quarta-feira, 2 de maio de 2012


SAÚDE

  • Quando fico nervosa, começo a gaguejar. Isso pode ser um empecilho para dar aula?

              A gagueira pode ser um dificultador, mas não um impedimento para lecionar. Se você tem esse problema, o primeiro passo é encará-lo. Converse com os alunos e expliquem a eles a relação entre a fla e o sistema nervoso.Diga que é comum a voz das pessoas se alterar em situações de nervosismo. Gagueira, mude, tremor e oscilação na altura e no tom são algumas mudanças possíveis. Para voce se sentir mais segura na sala de aula, evite improvisações.esteja sempre muito preparada, com aulas planejadas. Isso não evita que imprevistos ocorram, mas, com certeza, você se sentirá mais confiante durante o trabalho, o que diminui a probabilidade de gaguejar. É importante também procurar um especialista em fonoaudiologia para ensiná-la a lidar melhor com a voz.
Reportagem revista Nova Escola 

segunda-feira, 23 de abril de 2012

"A páscoa no nosso Cantinho da Alegria"



Salas do Ensino Fundamental - 1°, 2° e 3° ano!



Professora Rose, explicando a importância da páscoa para os
alunos de 1° ANO do fundamental!
Prof. Vanessa e os alunos do 3° ANO do fundamental!









Lembranças








Turma do Jardim I 


Prof. Karlene e Késia explicando as crianças do Jardim I a importância da
ressurreição de Cristo!


















Prof. Débora e alunos do jardim II




Turma do Jardim II




Alunos do Jardim II










MATERNAL  III


 Professora Mazé organizando as trocas de bombons da criançada.

Professora Terezinha e alunos




MATERNAL III - TURMA "M"
Alunos cantando "coelhinho da Páscoa!"
Idem


Maternalzinho I e 
II


Cândido e Cecília

Crianças e professora Cláudia na troca de bombons

Os coelhinhos do nosso cantinho! Lindos...


Fazendo a grande roda!

Feliz Páscoa!






quarta-feira, 4 de abril de 2012

EDUCAÇÃO INFANTIL 
  • "Como identificar a depressão em uma criança pequena e quais medidas tomar?"


O diagnóstico de depressão infantil só deve ser feito por um médico. O que o professor pode fazer, caso perceba que algo não vai bem, é conversar com a família e procurar acolher a criança, dialogar com ela em momentos diversos e oferecer à turma atividades que envolvam a expressão de sentimentos e jogos simbólicos. Planeje uma reunião com os responsáveis, ouvindo-os, colocando sua preocupação e sugerindo a avaliação médica. Alguns sinais recorrentes que indicam a depressão infantil são tristeza, choro sem motivo, pessimismo, sonolência, desânimo, irritabilidade e queda do rendimento. O comportamento agitado e agressivo, dando a impressão equivocada de hiperatividade, também pode ocorrer. Em geral, não é usada medicação. O tratamento consiste em psico terapia para criança e a família.

Reportagem:  revista Nova Escola

sexta-feira, 23 de março de 2012


"Aniversariantes do Mês de Março"




07 de Março
Maria José ( Professora Maternal  3)



22 de março
Maiza ( serviços gerais)




28 de março
Roseane ( Professora do 1° ano)

Parabéns as nossas ilustres funcionarias!


Equipe Cantinho da alegria!

terça-feira, 13 de março de 2012

"Confraternização dia dos Professores 2011 ""Local: Pizzaria Blitz!"

Professoras do Cantinho da Alegria
Tias !



Coordenadora pedagógica e Diretor Admistrativo 

Professoras curtindo o seu dia!

Tias Renata e Mirelle!
Professoras...

Professora Kelly


Professoras Sione e Deusirene!
Professoras Sione, Deusirene e Cláudia!
Professoras!





Curtindo o Jantar!
Tias Kelly e Cláudia...

Dr. Marcos fazendo uma homenagem as professoras, com  algumas palavras


Professoras

Josilene e Dr. Marcos



     


  
Deusirene e Maria José



segunda-feira, 12 de março de 2012



DIALOGANDO COM MAMÃE E PAPAI

Não permita que eu leve brinquedos para a escola sem a permissão da professora.

Meus objetos de “ouro”, deixe sempre em casa, pois eu posso perder.

Não falem de meus problemas na minha frente.

Ensinem-me a ser bastante assíduo e a chegar pontualmente na escola.

Não devo me adiantar, pois a minha “tia” pode não ter chegado; nem me atrasar, pois perderei o início das atividades.

Mandem avisar com antecedência quando eu tiver de faltar.

Não deixem de me buscar na hora certa, pois, se me sentir abandonada, posso ter medo de voltar à escola.
Sempre que possível um de vocês esteja em casa quando eu chegar.

Arranjem um lugar só pra eu guardar meu material; permitam que eu assuma minhas primeiras responsabilidades.

10° Não deem muita importância ao fato de minhas “lições” não serem perfeitas, mas sim à forma de conceitos e hábitos que estou adquirindo.

 11° Meu progresso e o do meu vizinho ou mesmo do meu irmão ou irmã não devem ser comparados, pois sou uma pessoa com características próprias.

12° Sejam bondosos com minha “tia”, contem-lhe o que ela precisa saber a meu respeito, para que ela possa me compreender melhor.

13° Falem sempre da minha escola com carinho.

14° Não discriminem se eu ainda não fizer muita coisa; não caçoem de meus enganos: valorizem, antes de mais nada, meus esforços.

15° Perguntem-me o que fiz na escola, encorajem-me, sem insistir, para que eu conte algo. Mostrem interesse sincero por tudo quanto eu relatar.

Estes lembretes são a chave para o meu desenvolvimento de Crescer Sabendo Ser.


Equipe Cantinho da Alegria.

Escola e Família  

Espera-se muito do professor. Ate onde vai nossa responsabilidade e começa a dos pais?

Muitas vezes, por não ter clara essa divisão, a escola terceiriza problemas aos pais, e vice-versa, o que era sentimentos de impotência e sobrecarga em ambos os lados. Os papéis dos educadores e da família são complementares, porém distintos. Em casa, há uma relação de autoridade entre pais e filhos. A criança possui também uma posição privilegiada e, por mais que se comportem mal, os relacionamentos se mantêm. Na escola, o cenário muda. O aluno se torna mais um integrante do grupo, aprende a lidar com novas regras, experimenta conflitos e percebe que as relações dependem de suas ações. Além do conhecimento, a criança deve adquirir na escola competência indispensável para o convívio em sociedade – dificilmente obtidas em família.
Cabe a nós, educadores, contribuir para esse aprendizado e buscar maneiras de lidar com os conflitos inerentes ao processo. Isso requer boa formação, estudo coletivo, envolvimento da equipe, reflexão, avaliação e aperfeiçoamento. Só assim nos sentiremos amparados e seguros para atuar no dia a dia. O fracasso da Educação familiar não pode significar também o insucesso da escola.
Não podemos depender do bom desempenho dos pais para educar nossos alunos para a vida em uma sociedade democrática, mais equilibrada e justa e nem esperar estudantes ideais como um pré-requisito para obter êxito.


“A família educa para a vida privada e a escola prepara para a coletiva”. São espaços educativos distintos.”
  
 reportagem  revista "Nova Escola"